• Ana Rosa Gattorno

    A 28 de junho de 1998, com a promulgação do Decreto sobre a heroicidade das virtudes, Sua Santidade João Paulo II declarava Venerável a Serva de Deus Ana Rosa Gattorno.

  • Maristella 60 anos

    A Escola tem como Filosofia anunciar e testemunhar a Palavra no Carisma da sua Fundadora Rosa Gattorno, inspirado na figura de Sant’Ana, visando a libertação do homem total, em pobreza de coração e doação materna.

  • Campanha da Fraternidade 2012

    Anualmente, a Campanha da Fraternidade quer promover a solidariedade nas comunidades cristãs e na sociedade humana, em busca de uma sociedade que tenha como um de seus pilares a solidariedade.

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Figuras de Linguagem

sexta-feira, 1 de junho de 2012 0 comentários

Figuras de Linguagem

São recursos que tornam mais expressivas as mensagens. Subdividem-se em figuras de som, figuras de construção, figuras de pensamento e figuras de palavras.

Figuras de som

a) aliteração: consiste na repetição ordenada de mesmos sons consonantais.
“Esperando, parada, pregada na pedra do porto.”

b) assonância: consiste na repetição ordenada de sons vocálicos idênticos.
“Sou um mulato nato no sentido lato
mulato democrático do litoral.”

c) paronomásia: consiste na aproximação de palavras de sons parecidos, mas de significados distintos.
“Eu que passo, penso e peço.”

Figuras de construção

a) elipse: consiste na omissão de um termo facilmente identificável pelo contexto.
“Na sala, apenas quatro ou cinco convidados.” (omissão de havia)

b) zeugma: consiste na elipse de um termo que já apareceu antes.
Ele prefere cinema; eu, teatro. (omissão de prefiro)

c) polissíndeto: consiste na repetição de conectivos ligando termos da oração ou elementos do período.
“ E sob as ondas ritmadas
e sob as nuvens e os ventos
e sob as pontes e sob o sarcasmo
e sob a gosma e sob o vômito (...)”

d) inversão: consiste na mudança da ordem natural dos termos na frase.
“De tudo ficou um pouco.
Do meu medo. Do teu asco.”

e) silepse: consiste na concordância não com o que vem expresso, mas com o que se sebentende, com o que está implícito. A silepse pode ser:

• De gênero
Vossa Excelência está preocupado.

• De número
Os lusíadas glorificou nossa literatura.

• De pessoa
“O que me parece inexplicável é que os brasileiros persistamos em comer essa coisinha verde e mole que se derrete na boca.”

f) anacoluto: consiste em deixar um termo solto na frase. Normalmente, isso ocorre porque se inicia uma determinada construção sintática e depois se opta por outra.
A vida, não sei realmente se ela vale alguma coisa.

g) pleonasmo: consiste numa redundância cuja finalidade é reforçar a mensagem.
“E rir meu riso e derramar meu pranto.”

h) anáfora: consiste na repetição de uma mesma palavra no início de versos ou frases.
“ Amor é um fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer”

Figuras de pensamento

a) antítese: consiste na aproximação de termos contrários, de palavras que se opõem pelo sentido.
“Os jardins têm vida e morte.”

b) ironia: é a figura que apresenta um termo em sentido oposto ao usual, obtendo-se, com isso, efeito crítico ou humorístico.
“A excelente Dona Inácia era mestra na arte de judiar de crianças.”

c) eufemismo: consiste em substituir uma expressão por outra menos brusca; em síntese, procura-se suavizar alguma afirmação desagradável.
Ele enriqueceu por meios ilícitos. (em vez de ele roubou)

d) hipérbole: trata-se de exagerar uma idéia com finalidade enfática.
Estou morrendo de sede. (em vez de estou com muita sede)

e) prosopopéia ou personificação: consiste em atribuir a seres inanimados predicativos que são próprios de seres animados.
O jardim olhava as crianças sem dizer nada.

f) gradação ou clímax: é a apresentação de idéias em progressão ascendente (clímax) ou descendente (anticlímax)
“Um coração chagado de desejos
Latejando, batendo, restrugindo.”

g) apóstrofe: consiste na interpelação enfática a alguém (ou alguma coisa personificada).
“Senhor Deus dos desgraçados!
Dizei-me vós, Senhor Deus!”

Figuras de palavras

a) metáfora: consiste em empregar um termo com significado diferente do habitual, com base numa relação de similaridade entre o sentido próprio e o sentido figurado. A metáfora implica, pois, uma comparação em que o conectivo comparativo fica subentendido.
“Meu pensamento é um rio subterrâneo.”

b) metonímia: como a metáfora, consiste numa transposição de significado, ou seja, uma palavra que usualmente significa uma coisa passa a ser usada com outro significado. Todavia, a transposição de significados não é mais feita com base em traços de semelhança, como na metáfora. A metonímia explora sempre alguma relação lógica entre os termos. Observe:
Não tinha teto em que se abrigasse. (teto em lugar de casa)

c) catacrese: ocorre quando, por falta de um termo específico para designar um conceito, torna-se outro por empréstimo. Entretanto, devido ao uso contínuo, não mais se percebe que ele está sendo empregado em sentido figurado.
O pé da mesa estava quebrado.

d) antonomásia ou perífrase: consiste em substituir um nome por uma expressão que o identifique com facilidade:
...os quatro rapazes de Liverpool (em vez de os Beatles)

e) sinestesia: trata-se de mesclar, numa expressão, sensações percebidas por diferentes órgãos do sentido.
A luz crua da madrugada invadia meu quarto.

Vícios de linguagem

A gramática é um conjunto de regras que estabelecem um determinado uso da língua, denominado norma culta ou língua padrão. Acontece que as normas estabelecidas pela gramática normativa nem sempre são obedecidas pelo falante.
Quando o falante se desvia do padrão para alcançar uma maior expressividade, ocorrem as figuras de linguagem. Quando o desvio se dá pelo não-conhecimento da norma culta, temos os chamados vícios de linguagem.

a) barbarismo: consiste em gravar ou pronunciar uma palavra em desacordo com a norma culta.
pesquiza (em vez de pesquisa)
prototipo (em vez de protótipo)

b) solecismo: consiste em desviar-se da norma culta na construção sintática.
Fazem dois meses que ele não aparece. (em vez de faz ; desvio na sintaxe de concordância)

c) ambigüidade ou anfibologia: trata-se de construir a frase de um modo tal que ela apresente mais de um sentido.
O guarda deteve o suspeito em sua casa. (na casa de quem: do guarda ou do suspeito?)

d) cacófato: consiste no mau som produzido pela junção de palavras.
Paguei cinco mil reais por cada.

e) pleonasmo: consiste na repetição desnecessária de uma idéia.
A brisa matinal da manhã deixava-o satisfeito.

f) neologismo: é a criação desnecessária de palavras novas.
Segundo Mário Prata, se adolescente é aquele que está entre a infância e a idade adulta, envelhescente é aquele que está entre a idade adulta e a velhice.

g) arcaísmo: consiste na utilização de palavras que já caíram em desuso.
Vossa Mercê me permite falar? (em vez de você)

h) eco: trata-se da repetição de palavras terminadas pelo mesmo som.
O menino repetente mente alegremente.

CONCORDÂNCIA 2

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CONCORDÂNCIA NOMINAL

Leia a frase abaixo e observe as inadequações:

Aquele dois meninos estudioso leram livros antigo.

Note que as inadequações referem-se aos desajustes entre as palavras que a constituem.

Para que a frase concorde, adequadamente, entre todos os termos, é necessário:

. Aquele concordar com a palavra dois;
. Estudioso concordar com meninos;
. Antigo concordar com livros.

Fazendo-se os ajustes necessários a frase ficará assim:

Aqueles dois meninos estudiosos leram os livros antigos.
                                               
Assim, concordância nominal consiste na adaptação de uns nomes aos outros, harmonizando-se nas suas flexões com as palavras de que dependem.


REGRA GERAL

O artigo, o pronome, o adjetivo e o numeral devem concordar em gênero (masculino/feminino) e número (singular/plural) com o substantivo a que se refere.

O alto ipê cobre-se de flores amarelas.
  Adj.                                     Adjetivo

Faz duas horas que cheguei de viagem.
       Num.


OUTROS CASOS DE CONCORDÂNCIA NOMINAL

1. Um adjetivo após vários substantivos

Quando os substantivos são do mesmo gênero há duas concordâncias:

a) assumir o gênero do substantivo e vai para o plural:
Encontramos um jovem e um homem preocupados.
                                                                                                          
No exemplo acima o adjetivo assumiu o gênero masculino e foi para o plural.


b) concordar só com o último substantivo em gênero e número:
Ela tem irmão e primo pequeno.
                                                     
Acima o adjetivo assumiu o gênero masculino e concordou só com o último substantivo.


OBSERVAÇÃO:

* Quando os substantivos são do mesmo gênero, as duas concordâncias podem ser usadas, embora a primeira seja mais adequada porque mostra que a característica é atribuída aos dois substantivos.

* Se o último substantivo estiver no plural, a concordância só poderá ficar no plural.
Ele possui perfume e carros caros.

* Se o adjetivo funcionar como predicativo, o plural será obrigatório.
O irmão e o primo dele são pequenos.
                                                    
Quando os substantivos são de gêneros diferentes também há duas possibilidades:

a) ir para o masculino plural:
“Uma solicitude e um interesse mais que fraternos.” (Mário Alencar)

b) concordar só com o substantivo mais próximo:
A Marinha e o Exército brasileiro estavam alerta.


OBSERVAÇÃO: 

* No caso de substantivos de gêneros diferentes o adjetivo irá para o masculino plural, se o adjetivo tiver a função de predicativo.
O aluno e a aluna estão reprovados.
                                               

2. Um adjetivo anteposto a vários substantivos

A concordância se dará com o substantivo mais próximo.
Tiveste má idéia e pensamento.
Velhos livros e revistas estavam empilhados na prateleira.

OBSERVAÇÃO: 

* Quando o adjetivo exerce a função de predicativo, ele pode concordar só com o primeiro ou ir para o plural.
Ficou reprovada a aluna e o aluno.
Ficaram reprovados a aluna e o aluno.

* Se o adjetivo anteposto referir-se a nomes próprios, o plural será obrigatório.
As simpáticas Lúcia e Luana são irmãs.


3. Um substantivo e mais de um adjetivo

Admitem-se duas concordâncias:

a) Quando o substantivo estiver no plural, não se usa o artigo antes dos adjetivos.
Estudava os idiomas francês e inglês.

b) Se o substantivo estiver no singular, o uso do artigo será obrigatório a partir do segundo adjetivo.
Estudo a língua inglesa, a francesa e a italiana.


4. É bom, é necessário, é proibido

Essas expressões concordam obrigatoriamente com o substantivo a que se referem, quando for precedido de artigo. Caso contrário, são invariáveis.
Vitamina C é bom para saúde.
É necessária muita paciência.

5. Um e outro (num e noutro)

Nesse caso o substantivo fica no singular e o adjetivo vai para o plural.
Numa e noutra questão complicadas ela se confundia.

6. Anexo, incluso, apenso, próprio, obrigado

Por serem adjetivos, concordam com o substantivo a que se referem.
Seguem anexos os acórdãos.
A procuração está apensa aos autos.
Os documentos estão inclusos no processo.
Obrigado, disse o rapaz.
Elas próprias resolveram os exercícios.

Observação:

A expressão em anexo é invariável.
Em anexo segue a procuração
Em anexo segue o despacho.

7. Mesmo, bastante

Tanto pode ser advérbio como pronome. Quando for advérbio permanece invariável. Quando é pronome concorda com a palavra a que se refere.
Os alunos mesmos resolveram o problema.
Os alunos resolveram mesmo o problema.

Nesse caso mesmo = realmente (advérbio)

Havia bastantes razões para ela reclamar. (pronome)
Eles chegaram bastante cedo ao aeroporto.(advérbio)

8. Menos, alerta

São palavras invariáveis.
O Amazonas é o Estado menos populoso do Brasil.
Havia menos alunas na sala hoje.
Os soldados estavam alerta.

9. Meio

Essa palavra pode ser numeral ou advérbio.

a) Quando for numeral é variável e concorda com a palavra a que se refere.
Tomou meia garrafa de champanhe. (numeral)
Isso pesa meio quilo. (numeral)

b) Se for advérbio é invariável.
A porta estava meio aberta. (advérbio)
Ele anda meio cabisbaixo. (advérbio)

10. Muito, pouco, longe, caro

Quando essas palavras funcionam como adjetivo variam de acordo com a palavra a que se referem. Se funcionarem como advérbio são invariáveis.
Muitos alunos compareceram à formatura. (adjetivo)
Os perfumes eram caros. (adjetivo)
As mensalidades escolares aumentaram muito.
(advérbio)
Vocês moram longe. (advérbio)


11.

a) Quando tem o significado de sozinho (s) ou sozinha (s) essa palavra vai para o plural.
Joana ficou em casa. (sozinha)
Lúcia e Lívia ficaram sós. (sozinhas)

b) Ela é invariável quando significa apenas/somente. Depois da guerra restaram cinzas. (apenas)
Eles queriam ficar na sala. (apenas)

Observação:
A locução adverbial a sós é invariável.

12. Possível

Quando acompanhada de expressões superlativas (o mais, a menos, o melhor, a pior) varia conforme o artigo que integra as expressões.
As previsões eram as piores possíveis.
Recebemos a melhor notícia possível.

13. Pronomes de tratamento

Os pronomes de tratamento sempre concordam em 3ª pessoa.
Vossa Santidade está muito preocupado. (3ª P.S.)



Algumas Concordâncias

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 Concordância  
Concordância é a igualdade de gênero e número entre o substantivo e adjetivo, artigo, numeral, pronome e igualdade de número e pessoa entre o verbo e o sujeito.
 Ex.: Dois helicópteros  sobrevoaram a região.
O verbo apresenta-se no plural, concordando com o sujeito que está no plural.
 Ex.: As  nossas  duas   amigas   italianas nos visitarão em julho.
 

Concordância do verbo com o sujeito simples
O verbo concordará com o sujeito em número (singular e plural)  e  pessoa  (1ª,    e  3ª),  mesmo  que  este venha deslocado.
 Ex1.: Nós   nunca   discordamos   de   você.
OBS: 

1.  Sujeito simples é aquele que possui um único núcleo,isto é, uma única palavra principal.
2.  O núcleo do sujeito nunca é determinado por preposição (de, em, com etc...)
Ex2: Sumia na estrada poeirenta a última boiada da fazenda.
Não importa a posição do verbo (antes ou depois do sujeito simples): a concordância é sempre feita com o núcleo dele.
 


Concordância do verbo com o sujeito composto
 I. Quando o sujeito composto estiver posicionado antes do verbo , este ficará no plural.
 Ex.: O ônibus e o caminhão   deslizaram  na pista.


Sujeito composto é aquele que apresenta dois ou mais núcleos.
Observação: O verbo pode ficar no singular principalmente em dois casos: quando os núcleos são sinônimos e quando formam uma enumeração gradativa.
Ex.1: A paz e a tranquilidade   reinava  (reinavam) naquele lugar.
Ex.2:  A angústia, a inquietação, o desespero  o dominou (dominaram).
 
II. Quando o sujeito composto estiver depois do verbo, este poderá concordar com o mais próximo, ou ficará no plural.
III. Quando o verbo for constituído por pessoas gramaticais diferentes, ele ficará no plural.
Se a 1ª pessoa (eu, nós) faz parte do sujeito, o verbo ficará na 1ª pessoa do plural (nós).

Ex.: Você, sua prima e eu   iremos ao cinema.
Se a 1ª pessoa (eu, nós) não faz parte do sujeito, o verbo ficará na 2ª pessoa do plural (vós) ou na 3ª pessoa do plural (vocês).
Quando os núcleos do sujeito vierem ligados pela conjunção "ou" , o verbo ficará no singular se houver idéia de exclusão. Se houver idéia de inclusão o verbo irá para o plural.
Quando o sujeito for formado por um pronome de tratamento o verbo irá sempre para 3º pessoa.
Ex.: Tu e teu amigo   ficareis  aqui em casa.
        Tu e teu amigo   ficarão  aqui em casa.

A concordância pode ser verbal e nominal. É verbal quando o verbo se flexiona para concordar com seu sujeito.
 Ex.: O homem não é um dos mamíferos mais dorminhocos.

O Poeta que Fingia

sexta-feira, 13 de abril de 2012 0 comentários

 
Fernando Pessoa ganha interlocutor em livro publicado pela FTD
O objetivo do autor foi trazer o poeta para a atualidade, com foco no público jovem.
A obra é uma homenagem a Pessoa que foi e ainda é objeto de ensaios, teses, dissertações e gosto pela literatura. O intuito é aproximar o leitor não só de seus textos, como sua intimidade, seus hábitos e relações interpessoais. E para isso, Álvaro Cardoso Gomes cria um interlocutor – o garotinho, João Fernando – que possui características semelhantes as do grande poeta, com o objetivo de “humanizá-lo”.
Além do interlocutor, o livro também conta com Fernando Pessoa como outro protagonista, e suas falas, em grande parte, são fictícias, mas algumas são recriações do que o poeta dizia em diários e cartas para amigos, e outras, reproduções de seus versos e dos seus heterônimos. Com isso, o autor intercala os episódios do menino e do poeta, de forma a provocar uma relação notória entre os personagens.
O romance aborda temas como ética, pluralidade cultural, trabalho, consumo e, claro, literatura. E, ao desenrolar, a história mostra que o garoto vê no poeta um pai espiritual, que abre seus olhos para a vida e o introduz no mundo da poesia.
A narrativa é simples, porém muito rica, o que mostra uma forma de renovação dos estudos pessoanos. Isso exigiu um grande trabalho de pesquisa do autor que, somado ao seu desejo de inovar, procurou acabar com o “tabu” de que Pessoa é um poeta complexo e inacessível ao público jovem.
Com ilustrações de Alexandre Camanho, o exemplar faz parte da coleção Meu amigo escritor, da FTD, que conta com livros que possuem o foco em autores clássicos da literatura brasileira e portuguesa. E, além de todos os atributos, há fotos cronológicas de Fernando Pessoa no final. 
 
 
Sobre o autor:
Álvaro Cardoso Gomes é professor universitário na área de Literatura e publicou seu primeiro sucesso na década de 1980. Sua obra A hora do amor tornou-se um best-seller. E, além disso é ensaísta e crítico literário.
 
Sobre o ilustrador:
Alexandre Camanho deu início aos desenhos com apenas quatro anos de idade e nunca mais parou. Participou de salões de humor e arte e, recentemente, foi selecionado para compor o Salão Internacional de Desenho para Imprensa de Porto Alegre (RS/2001). 
 
O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.
 

Patch Adams - O Amor é Contagioso

sexta-feira, 23 de março de 2012 0 comentários

       Em 1969, após tentar se suicidar, Hunter Adams (Robin Williams) voluntariamente se interna em um sanatório. Ao ajudar outros internos, descobre que deseja ser médico, para poder ajudar as pessoas. Deste modo, sai da instituição e entra na faculdade de medicina. Seus métodos poucos convencionais causam inicialmente espanto, mas aos poucos vai conquistando todos, com exceção do reitor, que quer arrumar um motivo para expulsá-lo, apesar dele ser o primeiro da turma.


Thirteenth Floor Trailer

sexta-feira, 16 de março de 2012 0 comentários


Douglas Hall e seu sócio, Hannon Fuller, dois pesquisadores da área de informática, estão prestes a colher resultados positivos em seu último projeto: desenvolver um mundo simulado utilizando realidade virtual. Porém, Fuller misteriosamente assassinado, antes de passar informações importantes sobre o projeto para Douglas, que agora o principal suspeito de ter efetuado o crime. Desorientado e em busca da verdade em torno dos acontecimentos, Douglas decide por entrar no mundo simulado para investigar a morte de Fuller.

 
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